quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

o próprio passo

- Mãe, quando se sabe se você está pronta para o fim?



- Isso é coisa, minha filha, que não se sabe nunca.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

tempos modernos.

ain, como eu pegava aquele homem,
se ele fosse homem,
se eu não estivesse com meu namorado
e se ele não estivesse dando em cima do meu namorado.

A gente combina em tudo!
COMO PODE ELE NÃO SER MEU?


E ela foi ver a novela das oito e comer sorvete com chantilly.
Eles só se falaram uma vez.
E pelo orkut.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

pra guardar em uma caixinha.

J. Clemente, 04/12/2009, 20:38
"Então vamos lá...

Resolvi mandar esse scrap (era pra ser depo) para as 15 pessoas que eu vou sentir mais falta quando acabar o ano letivo e como eu não tenho saco e nem criatividade, vou mandar isso pra todos. u_ù
Bom, os transeuntes são:

-Alane
-Bruna
-Bruna Daiany
-Camilla
-Clarissa
-Ícaro
-Felipe
-Jéssica
-Kelle
-Humberto
-Marina
-Ph
-Raquel
-Renata
-Renan

Tá isso parece ser uma coisa melosa, desnecessária e extremamente baka (lê-se: idiota), mas eu tô aqui escrevendo com esse (palavrão aqui) de teclado vrtual só pra dizer que eu gosto de vocês e vou sentir saudades í___ì

Claro que, quando eu entrei no cap, sabia que ia fazer amiguinhos e tal, mas, (palavrão), eu não sabia que ia gostar tanto de vocês >__< Lamento ter demorado tanto tempo pra conhecer vocês, por ter que me despedir tão cedo e por não ter aproveitado mais o tempo com vcs. Essa otaku sem noção que fala 'nhaum' e mora na roça não consegue demonstrar isso direito ^^'
Enfim...

Vocês são o L do meu ( )."

domingo, 29 de novembro de 2009

what i need.




my history has soundtrack.

domingo, 22 de novembro de 2009

fatos

é aquela velha história que, agora, é mais real que nunca: calma, está perto do fim.

e que os anjos da boca mole digam: amém!

sábado, 14 de novembro de 2009

o amor comeu meu medo da morte.

"Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória."

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

some truths [2]

Sabe quando você e seu amigo estão no último andar do prédio e ele diz: vou subir. e você diz: faça isso não. E ele pega o impulso pra ficar no batente, entre o chão a 20 centímentro e o a 20 metros. Você pega na mão dele e diz: cuidado. Ele diz: preciso não. E vai.
Você o olha, amigos de verdade mostram o caminho que você acha que ele deve seguir, mas silência. O deixando escolher. A escolha é a amizade. Do mesmo jeito que ele escolheu você para chamar de amigo e virse-versa. Mas voltemos a história.

Estavam vocês. Último andar. Olhares. Respirações. Desprezo. Há momentos que é isso que sentimos. Parece até uma afronta? O que ele queria ganhar ali? Amigos aceitam como a pessoa é, se discordar: cai fora, mas antes de falar a frase-cicratriz: carinho enorme por ti, amigo. Mas numa relação como essa, longa, mágica, cabalistica. 7 anos. Você sabia exatamente o que o machucava, chegava até ser um pouco previsível algum dos atos e por discordar, e não cair fora, tenta mudá-lo e age. Ele, ignorando ou não, a sua tentativa, leva tudo até a última gota, até o último andar, mesmo sabendo que você só queria o bem.

Aí que acontece, olhos semi-cerrados, pés dançantes, flamegantes. Asas. Ele fica entre chãos. Ele não diz: você tem razão. Ele não diz nada, apenas estende o braço desesperadamente em sua direção e respira fundo. Tudo está com você.



Mas acontece que não é todo dia que estamos para bons samaritanos.